Pinte a vida de cor de rosa
e sinta o perfume das rosas
Sorria para a vida com todos os dentes
e veja todas as portas abertas
Diga para a vida palavras doces
e experimente o doce sabor do mel
Abrace a vida com vontade
e saiba o valor de um amigo de verdade
Viva a vida de forma correta
e descubra a felicidade plena
Caminhe em direção a luz
Seja solidário
Sinta compaixão
Se abra para o amor
Descubra o segredo que nunca foi guardado
text remall
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
continuidade
Queria falar sobre o silêncio das palavras
Das folhas que se desprendem
Das páginas em branco
Da palavra negação
Queria falar sobre o colo generoso
Sobre as palavras de consolo
Sobre abraços atrasados
Sobre o amor que se despede
Vem e vai o trem na antiga estação
Queria mesmo era continuar no silêncio
Não transmitindo pensamentos
Olhando apenas, perdida em vão
Mas a vida segue adiante
Cobra os preços, mostra as contas
Nos chama aos gritos
Exige
Não conhece moderação
Transgride os quereres
Simplesmente sem pudores
Ignora a razão
Das folhas que se desprendem
Das páginas em branco
Da palavra negação
Queria falar sobre o colo generoso
Sobre as palavras de consolo
Sobre abraços atrasados
Sobre o amor que se despede
Vem e vai o trem na antiga estação
Queria mesmo era continuar no silêncio
Não transmitindo pensamentos
Olhando apenas, perdida em vão
Mas a vida segue adiante
Cobra os preços, mostra as contas
Nos chama aos gritos
Exige
Não conhece moderação
Transgride os quereres
Simplesmente sem pudores
Ignora a razão
texto remall
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
a chuva
O tempo fecha e escurece
Chuva na cidade é sinal de transtorno
O trânsito vira um caos
O sapato estraga
O cabelo arrepia
O calor aumenta
A gente se atrasa
O humor muda
A roupa não seca nos apartamentos
Chuva na cidade dá medo
A água não escorre
Tudo vira alagamento
O tempo fecha e escurece
Chuva na roça é sinal de alegria
A enxada envolve a terra
O grão se ajeita
A planta cresce
A gente põe o pé na bota
Atola a alma no barro
A cabeça ganha um boné
E a roupa dança por ali mesmo, no varal do quintal
Faz um frio gostoso
O fogão a lenha aquece a casa
Toma banho toda a passarinhada
O tempo fecha e a chuva desce
A natureza feliz inteira agradece
E Deus sorri e se engrandece
Chuva na cidade é sinal de transtorno
O trânsito vira um caos
O sapato estraga
O cabelo arrepia
O calor aumenta
A gente se atrasa
O humor muda
A roupa não seca nos apartamentos
Chuva na cidade dá medo
A água não escorre
Tudo vira alagamento
O tempo fecha e escurece
Chuva na roça é sinal de alegria
A enxada envolve a terra
O grão se ajeita
A planta cresce
A gente põe o pé na bota
Atola a alma no barro
A cabeça ganha um boné
E a roupa dança por ali mesmo, no varal do quintal
Faz um frio gostoso
O fogão a lenha aquece a casa
Toma banho toda a passarinhada
O tempo fecha e a chuva desce
A natureza feliz inteira agradece
E Deus sorri e se engrandece
texto remall
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
a alma do viajante
É aqui , no alto da serra que voa destemida a alma do viajante
Sem receios ou medos
Alta e veloz como o vento
Não teme as tempestades
Venera cada nascer do sol
Tem a sensibilidade da rosa
A audácia da águia
O fogo do dragão
Ah! alma do viajante sem destino
Cheia de histórias
Cheia de vida
Cheia de novos dias
Viaja além dos horizontes
Sonha com o universo de mistérios
Se entrega no eterno descobrir
Se entrega e . . .
Ama
Voa
Liberta
Luz que rasga
A coragem de viajar
E mais uma vez se entrega
Sem receios ou medos
Alta e veloz como o vento
Não teme as tempestades
Venera cada nascer do sol
Tem a sensibilidade da rosa
A audácia da águia
O fogo do dragão
Ah! alma do viajante sem destino
Cheia de histórias
Cheia de vida
Cheia de novos dias
Viaja além dos horizontes
Sonha com o universo de mistérios
Se entrega no eterno descobrir
Se entrega e . . .
Ama
Voa
Liberta
Luz que rasga
A coragem de viajar
E mais uma vez se entrega
texto remall
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
a certeza
Não existe luta quando o guerreiro é da paz
As pedras do caminho apenas machucam os pés
Mas não impedem a caminhada
O suor que escorre pela face apenas refresca o corpo
E nunca se confunde com as lágrimas das decepções acumuladas
A subida
A descida
A planície
Todos os relevos
Um só caminho
Uma única jornada
Não existe dúvida alguma quando o guerreira é da luz
As pedras do caminho apenas machucam os pés
Mas não impedem a caminhada
O suor que escorre pela face apenas refresca o corpo
E nunca se confunde com as lágrimas das decepções acumuladas
A subida
A descida
A planície
Todos os relevos
Um só caminho
Uma única jornada
Não existe dúvida alguma quando o guerreira é da luz
texto remall
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
terça feira
HO HO HO ! ! !
vejam só quem voltou.....
saudades de tudo por aqui
mas já estou voltando para a Querência.
Deixei alguns posts programados
com um grande beijo guardado
para todos.
remall
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
quarta feira
04 e 15 da madrugada.
me fazem ignorar o mundo.
O canto do passarinho repete e repete.
Me confundo,
se é o canto do alarme ou dos passarinhos da realidade lá fora.
Sono, muito sono.
Cama quentinha, marido carinhoso, prá que levantar agora ????
Preciso ir na cidade...preguiiiiiiiiça .
04 e 55 da madrugada.
O alarme já foi desligado.
Pulo da cama de qualquer jeito.
Frio e vento.
Enquanto estou descendo,
passa por mim veloz se esgueirando pelas plantas alguém conhecido.
Eu nem pude acreditar...
No galinheiro procurava por todos.
Desesperada contava os franguinhos.
Procurava pela galinha comprada no dia anterior.
Tudo em ordem dessa vez.
Ele, o marido, viajou por uns dias para visitar a mãe.
Eu vim na cidade comprar uns ladrilhos hidraúlicos.
Quando ele retornar eu tenho que ter uma solução.
Minha cabeça ferve feito uma chaleira no fogão.
Meu coração dói feito uma queimadura na brasa.
O alarme do celular toca uma musiquinha com cantos de passarinho.
Bem a minha cara esse toque.
O vento frio lá fora e o marido quentinho do lado me fazem ignorar o mundo.
O canto do passarinho repete e repete.
Me confundo,
se é o canto do alarme ou dos passarinhos da realidade lá fora.
Sono, muito sono.
Cama quentinha, marido carinhoso, prá que levantar agora ????
Preciso ir na cidade...preguiiiiiiiiça .
04 e 55 da madrugada.
O alarme já foi desligado.
Derrepente um som diferente.
Um galo em agonia pede socorro.Pulo da cama de qualquer jeito.
Frio e vento.
O dia amanhecendo.
Ainda escuro ou eu ainda com os olhos fechados.
Acendo as luzes da varanda , da parte de baixo, do galinheiro.Enquanto estou descendo,
passa por mim veloz se esgueirando pelas plantas alguém conhecido.
Eu nem pude acreditar...
No galinheiro procurava por todos.
Desesperada contava os franguinhos.
Procurava pela galinha comprada no dia anterior.
Tudo em ordem dessa vez.
Apenas algumas penas do grande galo preto espalhadas ao vento.
Gritos caninos e gritos humanos são os próximos sons da madrugada.
Acho que dessa vez não vai ter jeito de segurar a raiva do marido.
Ele não vai aceitar mais prejuízos.
Bravo provavelmente será encaminhado para a adoção.Ele, o marido, viajou por uns dias para visitar a mãe.
Eu vim na cidade comprar uns ladrilhos hidraúlicos.
Quando ele retornar eu tenho que ter uma solução.
Minha cabeça ferve feito uma chaleira no fogão.
Meu coração dói feito uma queimadura na brasa.
texto remall.
fotos e vídeo, remall
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
segunda feira
A poeira levanta fina na estrada
O sol tenta reaparecer depois de dias de neblina e frio
Venta como se fosse mês de agosto
Mas já é primavera
Daqui a pouco ninhos quentinhos
O namoro já começou
Hoje botões
Amanhã lindas rosas
A poeira levanta fina na estrada
O verde vai ficando aos poucos para trás
O barulho do silêncio deixa de existir
E aos poucos o tormento da cidade se apresenta a meus olhos
A dualidade de sentimentos
Saudade de tanta praticidade da vida do asfalto
Saudade de tantas pessoas queridas que vivem no asfalto
Felicidade na calmaria das minhas montanhas
Paz no silêncio do mundo e da alma
O dia de hoje, só hoje
Fiz compras para a construção de um forno de pizza
Passei no blog para matar a imensa saudade
Letrinhas que borbulham na cabeça
Saudade daqui
Dos amigos daqui
Saudade dentro do coração
O sol tenta reaparecer depois de dias de neblina e frio
Venta como se fosse mês de agosto
Mas já é primavera
Daqui a pouco ninhos quentinhos
O namoro já começou
Hoje botões
Amanhã lindas rosas
A poeira levanta fina na estrada
O verde vai ficando aos poucos para trás
O barulho do silêncio deixa de existir
E aos poucos o tormento da cidade se apresenta a meus olhos
A dualidade de sentimentos
Saudade de tanta praticidade da vida do asfalto
Saudade de tantas pessoas queridas que vivem no asfalto
Felicidade na calmaria das minhas montanhas
Paz no silêncio do mundo e da alma
O dia de hoje, só hoje
Fiz compras para a construção de um forno de pizza
Passei no blog para matar a imensa saudade
Letrinhas que borbulham na cabeça
Saudade daqui
Dos amigos daqui
Saudade dentro do coração
texto remall
foto remall, entre a Querência e a cidade
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